Weaving resistances and meeting worlds to protect life and territory

IMG_20171206_161035153December 13th, 2017

To the indigenous people of Brazil and Mexico

 To the indigenous people in struggle throughout the world

 To the international civil society

 We are the original people from this lands today called Brazil and Mexico. Thanks to the travel of the Munduruku commission to Chiapas we found each other in struggle again.

 Sharing our pain, we realised we aim the same goal: fight for a new life for all humanity. As original people, as people of the land, we fight not only for us, but for everybody.

 We are not as the Brazilian and Mexican bad governments say: ignorants, naive and incapable! There have been too many attacks from this governments. We’re organized and articulated people joining our hopes to keep becoming stronger! Our movements are having victories that keep us going further! The time has come for the bloom of the people!!

 We are the keepers of the forest, the rivers, the territory and life. The world of the white is dying, we can see its crisis and believe that our worlds together, the peoples’ worlds, can build alternatives to face that crisis.

 This party based, racist, oppressive, ambitious and capitalist system does not represent us! We fight to rule ourselves, according to our culture, tradition and with the wisdom of our ancestors. We’re organized to protect and keep our territory free from the government’s threats of megaprojects and death projects and this fight keeps us conscious and united in the way to our autonomy.

 We’re different people, geographically far from each other, but we have the same blood. The love for life, for the territory, for our children, holds us together! We’ll keep resisting to exist! We’ll fight restlessly till the last drop of our blood for our territory and our life!

 This is a call for solidarity to our fight, especially for the following points:

 * We reject the change the Mexican and Brazilian legislation that allows and facilitates the exploitation of natural resources and the expropriation of indigenous people and peasants communities!

* We demand the demilitarization of our territories!

* We demand the respect for the right to land of indigenous people and peasants communities!

* We demand the respect for the exercise of our self-determination and the creation of our own governments and autonomies!

* We demand the stoppage of all death megaprojects in our territory, current and future ones!

* We demand the respect for life and justice for the murders and forced disappearances of indigenous and all people who are in struggle!

* We demand accountability for the Acteal massacre, a crime against humanity!

* We demand immediate attention to the humanitarian emergency of the forced displacement of more than 5.000 people in the area where the Tsoltsil people live, at the Chenaló and Chalchihuitán departments in Chiapas!

 Finally we reinforce the invitation to all the people and movements in struggle to unite with us, from below and to the left, to build common strategies of resistance from Latin America and with the whole world!

From Chiapas/Mexico to Pará/Brazil, we shout: enough with the exploitation of our territories!

Movimiento Indígena del Pueblo Creyente Zoque en Defensa de la Vida y la Tierra – Zodevite

 Organización de la Sociedad Civil Las Abejas de Acteal

 Movimiento en Defensa de la Vida y el Territorio – Modevite/Chilón y Sitalá

 Centro de Derechos Humanos Fray Bartolomé de las Casas A.C.

 Centro de Derechos Indígenas, A.C.

 Movimento Munduruku Ipereg Ayu

 Associação Indígena Pariri

Proyecto de videoastas indigenas de la frontera Sur

 

 

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Tecendo Alianças de Resistência: compartilhando dores, lutas, esperanças e as vitórias com os povos indígenas de Chiapas/México

Durante os dias 5 a 14 de dezembro, nós mulheres do povo Munduruku: Alessandra Korap (liderança da Associação Indígena Pariri) Maria Leusa Cosme Kaba Munduruku (liderança do Movimento Munduruku Ipereg Ayu) e Ana Vitória Munduruku participamos de atividades e compartilhamos das nossas resistências junto aos movimentos indígenas que estão em Chiapas, no sul do México.

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No dia 05 de dezembro, chegamos em Chiapas-México e nos reunimos na cidade de Chapultenango com o povo Zoque e o Movimento Indígena do Povo Zoque em Defesa da Vida e da Terra (Movimiento Indígena del Pueblo Creyente Zoque en Defensa de La Vida y la Tierra – Zodevite). Esse movimento está começando uma importante luta em defesa do território, reunindo as diversas organizações do povo contra as ameaça dos grandes empreendimentos. Esse ano eles tiveram uma grande vitória, conseguiram suspender o leilão do governo que ia conceder o seu território para a exploração de petróleo.

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No dia 06 de dezembro, seguimos para compartilhar experiências no município de Acteal  com a Organização Sociedade Civil das Abelhas de Acteal (Organización de la Sociedad Civil Las Abejas de Acteal). Essa organização foi criada em 1992 e tem uma história de muita dor e muita luta. Em 1997, 45 parentes dessa organização foram assassinados em um grande massacre promovido por grupos armados, chamados de paramilitares. Sua luta desde então é para não esquecermos desse massacre e para a responsabilização dos culpados por esse crime, que inclui também o próprio Estado Mexicano que formou clandestinamente esses grupos armados e que apesar de estar próximo da comunidade não fez nada para impedir esse massacre. Além dessa luta, a organização também está em resistência contra os grandes empreendimentos que o governo e as empresas querem fazer no seu território.

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No dia 07 de dezembro visitamos o Centro Estadual de Línguas Arte e Licenciatura Indígena em San Cristóbal de Las Casas, centro que foi criado e firmado após o levante zapatista de 1994, nos Acordos de San Andrez. Em Chiapas se falam 12 línguas indígenas. Eles apresentaram para a gente um projeto de formação de jovens indígenas em audiovisual para eles mesmo fazerem vídeos contando a história do seu povo.

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Ainda no dia 07 visitamos a Universidade da Terra. É uma universidade para os jovens indígenas das comunidades, mas que funciona de uma forma bem diferente. Os cursos são escolhidos a partir da demanda e da necessidade das comunidades. Tem cursos de padaria, eletricidade, mecânica, rádio, marcenaria, pintura, musica, escritura, edição de livros e outros. O tempo que cada aluno vai ficar na universidade é decidido por ele e por seus professores, porque cada um tem um tempo diferente de aprender e cada um busca um certo tipo de conhecimento. Os alunos podem fazer vários cursos de uma vez. Quando eles se formam, eles não recebem certificado, a escola é totalmente autônoma e a ideia é que ele possa voltar para a sua comunidade com o conhecimento necessário para apoiá-la.

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No dia 08, 09 e 10 ficamos na Missão Bachajón, no município de Bachajón conhecendo as experiências do governo comunitário e da Cooperativa das Mulheres Bordadoras de Flores. Compartilhamos nossas experiências com o Movimiento en Defensa de la Vida y el Territorio – Modevite/Chilón e Sitalá. Esse movimento surgiu a partir da defesa do território contra a construção de uma estrada que cortaria suas terras e serviria apenas aos estrangeiros e ao capital. A partir dessa luta estão avançando para a construção de governos autônomos, para acabar com a disputa entre partidos no meio das suas comunidades, que vem trazendo só desunião. Eles querem eleger seus representantes conforme seus costumes e organizar o município da sua forma, para atender às suas necessidades. A cooperativa formada por mais de 200 mulheres indígenas também foi uma forma de fortalecer a comunidade através da geração de renda, criando autonomia econômica.

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No dia 11 de dezembro compartilhamos nossas lutas com a Junta de Bom Governo do Caracol de Morelia, território Zapatista, no município de Altamirano. Eles explicaram para a gente o longo caminho de construção da autonomia no seu território. Essa é uma experiência única, que envolve toda as áreas da vida em comunidade, como saúde, educação, justiça comunitária, organização política, produção agroecológica, autodefesa, cooperativas autônomas de artesanato.

 

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No dia 12 de dezembro compartilhamos nossas experiências no Frayba (Centro de Derechos Humanos Fray Bartolomé de la Casas A.C.) que se localiza na cidade de San Cristobal de Las Casas. Esse é um centro de direitos humanos que trabalha diretamente com as comunidades acompanhando seus processos de defesa do território e lutando contra a violação de direitos, como casos de tortura, desaparição forçada e deslocamento forçado. Seus princípios são: aprender, compartilhar e acompanhar.

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No dia 13 de dezembro, estivemos na livraria La Cosecha, onde compartilhamos a experiência da luta das mulheres Munduruku na defesa do território contra os grandes empreendimentos. Foi um momento aberto ao público da cidade de San Cristóbal, quando participaram organizações e outros movimentos que estão na mesma luta que a gente.

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Modevite

https://www.facebook.com/profile.php?id=100013527400413

Organización Sociedad Civil las Abejas de Acteal

http://acteal.blogspot.mx/

Zodevite

https://www.facebook.com/Pueblo-Zoque-Defensa-del-Territorio-385949995133840/?ref=br_rs

Universidad da Tierra de Chiapas – CIDECI

http://seminarioscideci.org/

Centro de Derechos Humanos Fray Bartolomé de las Casas A.C.

https://frayba.org.mx

Centro Estatal de Lenguas, Arte y Literatura Indígenas – CELALI

http://www.mexicoescultura.com/recinto/67734/centro-estatal-de-lenguas-arte-y-literatura-indigenas-celali-.html

Cooperativa de Mulheres Indígenas Bordadoras de Flores

http://www.facebook.com/BordadorasDeFores

Livraria La Cosecha

https://www.facebook.com/lacosechalibreria/

Conselho Indígena de Governo

https://www.congresonacionalindigena.org/conselho-indigena-de-governo/

 

 

 

 

 

 

 

 

Nós Munduruku não aceitamos a Ferrovia do Grão (Ferrogrão)! No Tapajós não passará!

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Nós, caciques, lideranças, pajé, guerreiros e guerreiras do povo Munduruku do médio Tapajós, exigimos que a Agência Nacional de Transportes (ANTT) consulte nosso povo Munduruku e todos os povos indígenas e ribeirinhos que vão ser impactados pela Ferrovia do Grão (Ferrogrão) desde Sinop no Mato Grosso até Itaituba. Nós temos o direito de consulta prévia, livre e informada como garante a convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), do qual o brasil é signatário, mas o governo brasileiro insiste em não respeitar a própria legislação interna e internacional que criam e fazem parte. SAIBAM QUE NÓS VAMOS CONTINUAR LUTANDO POR NOSSOS DIREITOS ATÉ QUE SEJAM CUMPRIDOS!

O ministério Público Federal já recomendou à ANTT que as audiências fossem canceladas até que as consultas fossem realizadas e que se tenha dimensão dos impactos que isso vai causar para nós indígenas, para nossos companheiros de luta beiradeiros e para as unidades de conservação. Na Convenção 169 no artigo 6° diz:

“consultar os povos interessados, mediante procedimentos apropriados e, particularmente, através de suas instituições representativas, cada vez que sejam previstas medidas legislativas ou administrativas suscetíveis de afetá-los diretamente”, bem como que “as consultas realizadas na aplicação desta Convenção deverão ser efetuadas com boa fé e de maneira apropriada às circunstâncias, com o objetivo de se chegar a um acordo e conseguir o consentimento acerca das medidas propostas”.

Nós não fomos consultados, os beiradeiros não foram consultados e nossos parentes de outros povos também não foram. São pelo menos 19 áreas indígenas durante todo o percurso da ferrovia que serão impactados e AUDIÊNCIA PÚBLICA NÃO É CONSULTA PRÉVIA, LIVRE E INFORMADA, não tentem nos enganar de que esse é o cumprimento da convenção 169, NÓS SABEMOS DOS NOSSOS DIREITOS!!! É para isso que nós temos nosso protocolo de consulta, é por isso que Montanha e mangabal e Pimental também tem o seu, lá nós falamos de como a consulta deve acontecer com nossos povos.

Nós não vamos mais aceitar que mais uma vez vocês Pariwat venham com esses projetos pensados por vocês e que querem impor para nosso povo, sem ser discutido, sem consultar e sem considerar os impactos no nosso modo de vida, em nossos territórios, nos nossos lugares sagrados e dos nossos parentes. Nossa floresta grita, o pajé sabe que ela está precisando de ajuda, mas vocês Pariwat não sabem o que é isso. Vocês só querem destruir, para construir empreendimentos que acabam com e a floresta, e para expandir o agronegócio na nossa região, acabando com nossas árvores e com nossa biodiversidade para colocar no lugar milhares de quilômetros de soja. NÓS NÃO VAMOS DEIXAR ISSO ACONTECER!!!

Nós Mulheres nos reunimos no nosso segundo encontro na aldeia Sawre Muybu, nós estamos vendo que os pariwats estão destruindo nossos rios, nossas florestas, e nós nos preocupamos com nossos filhos. Nós vamos lutar junto com nossos guerreiros, contra hidrelétrica, contra ferrovia, contra tudo que vier em nome da destruição!

SAWE!!!!!!!!!!!!!!!

Ibaorebu é quem sabe fazer as coisas e transforma o mundo!

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Quando um presidente da Funai que foi indicado por um presidente da República que é aliado dos barrageiros e do agronegócio e dos garimpeiros e mineradoras que querem tirar nossas terras, vem muitas vezes numa terra indígena repetir a mesma fala, é porque quer nos convencer de que a mentira virou verdade. Por isso só o que podemos fazer é lutar.

Nós comissão de alunos Formados pelo Ibaorebu não desanimamos da luta e juntos no Movimento Iperegayu denunciamos que esse governo do presidente já tem um ano e meio, mas parece que está a décadas no poder. Estamos vendo mais do que o sucateamento da Funai, estamos vendo a destruição de todos os nossos direitos.

O general presidente da Funai ainda não conseguiu mostrar nenhum avanço na demarcação das terras dos nosso parentes e nem uma proposta pra acabar com o garimpo dos pariwat em nosso território.

Nós nos reunimos em Jacareacanga e viemos aqui nessa reunião na aleia Katon, Exigir que o presidente da Funai assuma o compromisso junto ao povo Munduruku para a continuidade do ensino médio integrado Ibaorebu e que assine um termo de cooperação entre Funai e o IFPA  Campus de Marabá.

Que garanta apoio financeiro para realização da oficina do Ibaorebu na primeira semana de março 2018 na aldeia Sai-Cinza, que vai fazer a revisão, sistematização e publicação das pesquisas produzidos pelos alunos munduruku durante o curso Ibaorebu.

A Funai também deve garantir apoio financeiro para a comissão dos formados no Ibaorebu possa reunir com os Centros de Ensino Superior para discutir oferta de vagas de cursos superiores para nós munduruku, conforme planejamento e definido no encontro na aldeia Sai Cinza e apoio para realização do curso superior diferenciado respeitando as decisões dos alunos munduruku e o Protocolo de Consulta Munduruku.

Sem território não há educação por isso o  presidente da Funai deve dizer quando vai fazer a demarcação da terras do território DAJEKAP AP EIPI: Praia do Mangue, Praia do Índio, Sawreapompu, Sawrejaybu, Sawremuybu.

E como presidente da Funai deve trabalhar pela reconstrução da sede oficial da Funai em Itaituba aumentando os recursos humanos e da coordenação regional em   Itaituba e da coordenação técnica local (CTL) em  Jacareacanga.

Por fim exigimos a apuração das denuncias de que Funcionários da Funai estão envolvidos com garimpos Ilegais no território Munduruku.

 

Comissão de Alunos Formados pelo projeto de ensino médio Integrado Ibaorebu

Jacareacanga 25 de novembro de 2017

comissaoibaorebumdk@gmail.com

Sawe!

Carta ao Presidente da Funai

logo iperegayu

Nós fizemos a primeira ocupação no dia 16 a 19 de julho de 2017 da Usina de São Manoel para defender Dekuka’a e Karobixexe que o governo (FUNAI, IBAMA, ICMBIO, IPHAN) as hidrelétricas São Manoel e Teles Pires sujaram e destruiram. Reunimos com o presidente da Funai, com os representantes das empresas e filmamos tudo e todos eles os Pariwat assinaram documento com compromissos com nosso povo.

O MPF do Mato Grosso acompanhou tudo. Uma audiência na Missão Cururu devia contar com a presença de todo mundo mas o presidente da Funai não apareceu e nem os representantes das empresas.

Nós fizemos uma outra ocupação e as empresas e o governo jogaram bomba na gente, bem na hora do nosso ritual. O Presidente da Funai não disse nada e ainda mandou funcionários seus que gostam de conversar com garimpeiros que estão destruindo o rio das Tropas no Alto Tapajós e no rio Jamaxim no médio Tapajós.

Agora o presidente da Funai vem dia 28 de novembro a Terra indígena Munduruku na aldeia Katõ usando desculpa de que vai discutir a situação da Funai. Não temos culpa da Funai não funcionar. Não queremos que venha pra cá  pra mentir mais uma vez.

O que vai falar o presidente da Funai¿ Vai pedir desculpas porque a Funai quer arrendar a terra dos indígenas¿ Nós munduruuku sabemos plantar e temos nossa criação, não precisamos de pariwat pra fazer isso.

O presidente da Funai vem pedir desculpas porque seus funcionários mesmo sabendo da existência de garimpo na  nossa terra, não fazem nada¿

O presidente da Funai vem pedir desculpas por não fazer nada¿ Nós entendemos que o presidente da Funai está no cargo por outros motivos e não pra defender os povos indígenas.

Nós do Movimento Iperegayu não acreditamos nesse presidente pariwat. Se o presidente quer vir ao nosso território mostre pra nós quantas terras indígenas foram demarcadas desde que ele entrou na Funai. Mostre quantos projetos que vão destruir o território dos povos indígenas foram enterrados desde que ele entrou.

A nossa pauta o presidente já conhece, mas vamos lembrar mais uma vez.

PAUTA DO MOVIMENTO IPEREGAYU

  • Demarcação da Terra Indígena Sawre Muybu no território Dajé Kapap Eipi
  • Investigação da contaminação por mercúrio nos rios do território munduruku.
  • Expulsão dos garimpeiros do território munduruku
  • Expulsão dos funcionários corruptos da Funai.
  • O pedido de desculpas das empresas e do governo ao povo munduruku por terem destruído nossos locais sagrados.
  • Prender o assassino do Adenilson Krixi que morreu na invasão da Policia Federal na aldeia Teles Pires.
  • A continuidade do nosso projeto de educação Ibaorebu
  • Essa é nossa pauta. Se o presidente não atender nossa pauta, não tem porque vir aqui.

 

Movimento Iperegayu

10 de Novembro de 2017